Eles foram feitos antes de outubro deste ano, ou seja, antes que a pandemia entrasse na próxima fase mais profunda que enfrentamos desde o outono. O estudo mostra que os idosos pesquisados vivenciam diversos problemas de saúde e em suas relações com o sistema de saúde. Conforme lemos na resenha do site do KIGS, os idosos pesquisados: não têm conhecimento confiável sobre a pandemia de COVID-19, têm problemas de acesso a cuidados médicos, a maioria precisa de acesso a médicos especialistas e planos de saúde, as pesquisas mostram que 1/3 dos entrevistados interrompeu seu tratamento atual, a maioria deles não tem problemas para obter receitas eletrônicas, os idosos podem contar com o apoio dos familiares, mas sentem-se solitários e sentem saudades dos encontros anteriores com outras pessoas.
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Antes de olharmos para os resultados, devemos uma breve nota metodológica. 1.118 pessoas com mais de 60 anos foram pesquisadas usando o método CAVI (pesquisa por questionário assistida por computador). O estudo abrangeu mais de 70% das mulheres. Os entrevistados vieram tanto de cidades pequenas quanto de ambientes rurais e metropolitanos. Embora quase 60% dos inquiridos sejam pessoas na primeira fase do outono de vida (60-70 anos), o grupo incluiu também os idosos mais velhos. Vale considerar que a informática impossibilita o alcance de algumas pessoas, e nesse grupo os problemas de saúde podem potencialmente ter uma escala ainda maior. Embora este estudo não possa ser considerado um retrato totalmente representativo da geração mais velha, certamente lança alguma luz sobre as experiências e problemas enfrentados pelos residentes mais velhos durante a pandemia.